RECICLAGEM A FAVOR DOS NEGÓCIOS E DA NATUREZA

Baixas taxas de coleta e reaproveitamento de resíduos ainda são realidade no Brasil e no mundo, mas iniciativas pioneiras estão revertendo o quadro.

A cada minuto, uma caçamba de plástico é jogada no oceano, colaborando para o agravamento de um quadro já alarmante: estudos afirmam existir mais de 150 milhões de toneladas de plástico nos oceanos mundo afora. O que em geral entendemos como “lixo”, pode e deve ter um destino correto para evitar que não só as águas, mas a natureza em geral, sejam poupados do desordenado descarte de materiais que poderiam ser reciclados.

Poluição dos plásticos nos oceanos

Versáteis, as embalagens de plásticos facilitam a vida de bilhões de pessoas pelo mundo, mas a taxas de reciclagem das embalagens não acompanharam a escalada de consumo. Segundo a Fundação Ellen MacArthur, em seu estudo The New Plastics Economy (2016), apenas 14% são coletadas para reciclagem. 14% são incinerados, o que não é o melhor dos caminhos. Dos 72% restantes, incríveis 40% vão parar nos aterros.

O Brasil não está fora deste preocupante quadro. O país gera 160 mil toneladas por dia, com a possibilidade de reaproveitamento de 30 a 40%. No entanto, apenas 13% destes resíduos chegam às mãos dos recicladores. Promulgada em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) estabeleceu as bases para uma economia circular no país, mas a realidade é que, passados sete anos, apenas 18% dos municípios brasileiros possuem coleta seletiva de resíduos.

Centro de triagem
Coleta de resíduos na praia.

A iniciativa está nas mãos de empresas comprometidas com o meio-ambiente e atentas às novas possibilidades de negócios. A Santa Luzia decidiu substituir 98% da matéria-prima madeira para apostar na reciclagem de resíduos de poliestireno expandido (EPS) e poliuretano (PU), desenvolvendo uma rede de colaboração com mais de 130 cooperativas, garantindo mais de 2.300 empregos indiretos.

A empresa de Braço do Norte (SC) tem capacidade para processar mais de 600 mil quilos de poliestireno por mês, transformando-os em mais de um milhão de metros de perfis decorativos como rodapés, guarnições, rodameios e rodatetos.  O sucesso da iniciativa da Santa Luzia está no investimento em tecnologia para viabilizar o transporte do material comprimido. Isto porque, o EPS é constituído de cerca de 98% de ar e quando contido em formas volumosas e rígidas, o custo logístico é um obstáculo. Até 2016, a empresa reciclou cerca de 30 milhões de quilos de EPS – se a matéria-prima ainda fosse madeira, este valor corresponderia a mais de 100 mil árvores.

Pérolas de EPS
Matéria prima reciclada para uso.
Produzindo rodapés com poliestireno reciclável

Mas só a iniciativa da indústria não basta. Uma ampla e global conscientização se faz necessária para eliminar obstáculos e favorecer toda a cadeia circular, como incentivos fiscais para a fabricação de produtos a partir da reciclagem, ampliação da coleta seletiva e ações regulares de conscientização e incentivo à compra de produtos reciclados. Há uma grande oportunidade de criar novos negócios e, acima de tudo, preservar o meio ambiente

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